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Aos 16 anos de idade, Felipe Baptista tem um dia a dia atribulado. Piloto da Academia Shell Racing na Porsche Cup, o adolescente voltou aos karts no último fim de semana para se manter na ativa e, no meio disso tudo, ainda atua como coach de pilotos pouco mais jovens. Em meio a tanta coisa, conseguiu vencer as primeiras corridas de kart que fez no ano.

 

Antes da etapa da Copa SP Light de Kart, onde voltou fez participação especial na categoria Graduados e venceu a corrida, Felipe falou ao GRANDE PRÊMIO

 

Felipe, que é irmão de Vitor Baptista, comentou como é a experiência de correr fora do Brasil e encarar pilotos de cacife ainda tão novo. 

Felipe Baptista (Foto: Jackson Souza)

“É bem legal correr com os mais experientes, que tem dois, três anos mais na Europa. No endurance, tive oportunidade de correr com caras que estão na Stock, como Átila e César Ramos. Foi bem legal, porque vi que com os carros que estou andando consigo ficar perto deles ou até mais rápido. Está sendo bem legal. Mesmo rival, pego algumas dicas com eles, que sempre me ajudam”, afirmou. 

 

“Também estou disputando o campeonato de Sprint [da Porsche Cup] com o Matheus Iorio, que fez dois anos de F3 na Europa. É uma experiência nova, porque nunca cheguei num lugar em que eu vivesse um primeiro ano na categoria com pilotos tão experientes e competitivos como está sendo”, disse.

 

No meio disso, trata com normalidade o fato de funcionar como coach de pilotos que estão em fases parecidas na carreira e quase da mesma idade. É o caso de Gabriel Crepaldi, de 15 anos e que Felipe destaca como alguém que não apenas aprende dele, mas ensina também. 

 

“É ótima a interação que temos com os mais novos. Estou no time da ONS com o Crepaldi e a Aurélia, e é bem legal. O Crepaldi tem mais experiência, conhece bastante, até corremos contra em 2017. Na parte dele é mais algum ajuste, detalhe que a gente às vezes ajuda na pista. É bem legal porque ele é da mesma categoria que eu, então a gente consegue ir para a pista no mesmo tempo e ajuda um ao outro. Do mesmo jeito que eu ensino algumas coisas, ele é melhor que eu em outras. Um ajuda o outro” falou.

Felipe Baptista (Foto: Jackson Souza)

Aurélia Nobels, que começou no kart há menos tempo, é a outra pilota da Academia Shell Racing que recebe as aulas do piloto. 

 

“A Aurélia, que está na Júnior Menor, duas abaixo de onde a gente corre, começou há pouco tempo, então fica legal ver a evolução, como ela cresceu no último ano. Nós treinamos e acompanhamos as outras categorias para pegar algumas coisas”, seguiu. 

 

Por fim, Baptista ainda destacou o que o kart representa para ele na preparação para as corridas de carro. Não parece alguém que vai abandonar a modalidade.

 

“A equipe que a Academia tem como parte, a ONS, com quem eu corro desde sempre. Venho em todos os fins de semana de corrida, mesmo quando eu não vou correr, então estou sempre aqui para ajudar os pilotos em ir para a pista, acerto de carro, então é muito treino que eu faço com os outros pilotos. É uma relação que eu tenho com o kart é próxima. O kart é uma escola, uma academia na qual você treina condicionamento físico, reflexo e muitas coisas que te preparam no carro”, finalizou.

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Fonte Oficial: Grande Prêmio

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