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Dan Ticktum entrou no radar da Toro Rosso para 2019, de acordo com a revista britânica ‘Autosport’. O piloto, júnior da Red Bull, é vice-líder da F3 Europeia e surge como possível solução para os problemas de Brendon Hartley na F1


A Red Bull está de olho em Dan Ticktum, vice-líder da F3 Europeia, como possível substituto de Brendon Hartley na Toro Rosso em 2019. De acordo com a revista britânica ‘Autosport’, o piloto júnior da marca de energéticos é uma nova aposta já considerada pronta para competir em nível de F1.


 


Ticktum, com apenas 12 corridas de F3 Europeia no currículo, é o piloto de mais alto nível do programa de pilotos da Red Bull na atualidade – os outros cinco ou estão engatinhando nos monopostos, ou estão no kart. Apesar do salto considerável que seria a ida da F3 ao grid da F1, o consultor Helmut Marko destacou confiança no britânico.


 


“Ao fim da temporada, sim [estaria pronto para a F1]”, disse Marko, questionado pela ‘Autosport’. “Em Norisring, ele é acertado por trás, vai ao hospital e sai dizendo que quer correr outra vez. E vence a corrida. Ele é rápido. Louco, mas rápido, e isso nos serve. Ele só está um ponto atrás [do líder da F3 Europeia] e teve dois problemas mecânicos. Estamos em busca dos mais rápidos. Tudo bem se a pessoa for um personagem, mas ninguém precisa ser louco para estar aqui. Estamos acalmando o Ticktum até certo ponto”, seguiu.


Dan Ticktum na F1? (Foto: F3 Europeia)

A possível ida de Ticktum ao grid da F1 é ligada às dificuldades de Hartley na Toro Rosso. O neozelandês chegou no fim de 2017 como solução de emergência para uma equipe que ficou sem Carlos Sainz Jr. e Daniil Kvyat, mas não convenceu desde então, pontuando apenas uma vez desde então. A saída de Hartley chegou a ser cogitada já no meio da temporada. Lando Norris, piloto reserva da McLaren e líder da F2, foi procurado.


 


Caso seja escolhido pela Toro Rosso, o problema de Ticktum passa a ser a obtenção da superlicença. O título na F3 Europeia, caso seja alcançado, deixa o britânico com 30 pontos de superlicença, mas 40 são necessários para ser titular na F1. A quantidade, todavia, seria suficiente para disputar treinos livres e ganhar experiência.

 

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Fonte Oficial: Grande Prêmio

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