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Alguns dos competidores que formam o grid da F1 em 2019 falaram sobre a proximidade do Hagibis. “Está muito claro que, se o tufão chegar aqui, não haverá como a gente possa pilotar”, declarou Charles Leclerc, que se mostrou confiante em relação à postura da direção de prova no sentido de preservar a segurança dos pilotos.

 

“Tenho apenas um ano e meio na F1, mas eles sempre foram bem prudentes com as condições. Eles sempre perguntam o que estamos pensando sobre a pista uma vez que nós estamos dentro do carro. Então, estou feliz. Vamos ver”, disse.

Pilotos da F1 falaram sobre o avanço do supertufão Hagibis em Suzuka (Foto: Renault)

Carlos Sainz, da McLaren, seguiu um discurso parecido e garantiu ter “confiança total” no diretor de corridas da F1, Michael Masi. “Hockenheim é um grande exemplo disso. As primeiras cinco voltas da corrida estavam claramente bem molhadas até que os pilotos no grid disseram que havia segurança suficiente, então aí foi dada a bandeira verde. Não é um problema para mim”, afirmou o espanhol em entrevista coletiva nesta quinta-feira.

 

Por outro lado, Sebastian Vettel ainda não tem tanta certeza de que a previsão do tempo vai se cumprir neste sábado. Até mesmo por isso, o tetracampeão adotou um discurso mais cauteloso.

 

“Não acho que alguém queira colocar a vida de outro alguém em risco, então acho que nós precisamos manter os pés no chão. Há a previsão, mas quantas vezes tivemos previsões que mudaram? Não sei. Atualmente, está em 100%, então parece muito claro. Mas vamos ver o que acontece durante o fim de semana”, comentou o alemão, que se mostrou preocupado com o público em Suzuka.

 

“Faria sentido se amanhã à noite eu acreditar se houver mais evidências para que seja feita uma proposta ou ter uma atividade no sábado, pensando não em nós, porque dentro da garagem é confortável, mas em todos os fãs ao redor da pista”, acrescentou.

 

 

“No momento, não parece muito provável [que vamos correr] no sábado. Domingo parece bom, mas vamos ver. Acho que nós vimos, nos últimos anos, em termos de chuva, que não precisamos muito para que não seja seguro. Especialmente quando você também tem o vento, é muito complicado. Obviamente, podemos debater muito e discutir, mas acho que nós temos de esperar e ver se [o tufão] vai nos atingir e o quão ruim isso vai ser ou não, e então tomar a decisão correta no momento correto. Há muitos fãs aqui. Queremos correr, eles querem nos ver pilotando, então acho que nós precisamos tentar e ver o que acontece neste fim de semana. Precisamos ver o que acontece. Estamos à mercê do tempo”, salientou.

 

Gasly, por sua vez, lembrou do tempo em que correu na Super Formula, forte categoria de monopostos do Japão, em 2017. O francês perdeu a chance de ser campeão justamente por conta de um tufão. A última etapa daquela temporada foi cancelada por motivo de segurança, e Pierre ficou a apenas 0,5 ponto do campeão, Hiroaki Ishiura.

 

“Ainda tenho pesadelos com o tufão que tive na Super Formula. Todas as pessoas na Honda e na Red Bull estão se mijando porque eu sempre trago o tufão aqui comigo”, brincou o piloto da Toro Rosso. “Esse parece ser bem grande também. Vamos ver o que acontece”, completou.

 

De acordo com informações da emissora britânica BBC, a F1 vai decidir sobre sua programação no sábado pouco depois do primeiro treino livre de sexta-feira em Suzuka. A expectativa é que o treino classificatório seja transferido para a 9h de domingo (21h de sábado pelo horário de Brasília), com a corrida sendo realizada no horário previsto, às 2h10 (de Brasília).

 

Lando Norris afirmou que, se tiver de ficar preso no hotel durante o sábado, já sabe o que vai fazer: jogar FIFA on line com Verstappen e vai transmitir os jogos ao vivo pela internet.

 

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Fonte Oficial: Grande Prêmio

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