shadow

Foi bem estranho o desfecho do treino classificatório do GP da Itália na tarde deste sábado (7). Depois que a pista foi liberada pelos fiscais após a bandeira vermelha causada pela batida de Kimi Räikkönen, restavam 6min35s para o fim do Q3. Mas as equipes só mandaram seus pilotos para a pista com menos de 2 minutos para o fim. Carlos Sainz foi quem puxou a fila, que tinha logo atrás Charles Leclerc, que tinha a pole provisória, e Sebastian Vettel. Mais atrás, vinha Daniel Ricciardo, e só então estava Lewis Hamilton.

 

O pentacampeão acabou ficando travado pelos pilotos que estavam à sua frente e ficou sem tempo para abrir uma última volta rápida. Na verdade, apenas Sainz conseguiu marcar tempo novamente. O cenário acabou por garantir a pole para Leclerc, enquanto Hamilton assegurou um bom segundo lugar para a Mercedes.

Lewis Hamilton vai largar em uma boa segunda colocação no domingo (Foto: Mercedes)

Se por um lado o britânico ficou satisfeito por estar em uma posição positiva quanto à corrida, por outro lado houve muito lamento em razão de como o treino foi encerrado. “Honestamente, tenho de ser grato por estar na frente. Vou brigar com a Ferrari. Como equipe, é uma ótima posição para se estar”, comentou.

 

“Definitivamente, é um pouco de anticlímax. Todos nós poderíamos ter feito uma última volta, o que é um dos momentos emocionantes, e agora essa loucura com essa coisa do tempo, quando todo mundo recua tentando conseguir uma posição”, declarou Lewis, que ainda citou a conquista da Ferrari. “Eles conseguiram a pole-position na primeira tentativa e depois acabou o tempo”.

 

Hamilton também criticou os pilotos que vinham à frente de forma muito lenta na volta de saída dos boxes antes da abertura da última tentativa de buscar tempos. Assim como aconteceu em Spa-Francorchamps, todos andaram muito próximos, o que alarmou Lewis. “É muito perigoso para todos nós, diminuindo a velocidade. Você não sabe quem está ao seu lado, é bem arriscado estar ali. Quase bati várias vezes”, reclamou.

 

Sobre a corrida, Hamilton recordou que a Ferrari ainda é a favorita por conta da sua condição de melhor carro e motor nos trechos de maior velocidade. Mas não descartou por completo a chance de brigar pela vitória. “Quanto a nós, estamos atrás da Ferrari em reta, precisamos disso. Mas só por estarmos na primeira fila, podemos lutar com eles amanhã”, finalizou.

 

Apoie o GRANDE PRÊMIO: garanta o futuro do nosso jornalismo

O GRANDE PRÊMIO é a maior mídia digital de esporte a motor do Brasil, na América Latina e em Língua Portuguesa, editorialmente independente. Nossa grande equipe produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente, e não só na internet: uma das nossas atuações está na realização de eventos, como a Copa GP de Kart. Assim, seu apoio é sempre importante.

Assine o GRANDE PREMIUM: veja os planos e o que oferecem, tenha à disposição uma série de benefícios e experiências exclusivas, e faça parte de um grupo especial, a Scuderia GP, com debate em alto nível.

Fonte Oficial: Grande Prêmio

Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do KartSP.

Comentários