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“O balanço por agora é fenomenal”, disse o piloto em entrevista coletiva. “Me diverti muito nesta primeira semana. Me senti competitivo. Há seis dias tínhamos a largada para a primeira etapa, e não sabia muito bem sobre onde poderia estar e qual poderia ser o meu ritmo”, acrescentou o espanhol.

 

Ao longo das seis etapas disputadas até agora, Fernando obteve dois resultados bastante marcantes: o quarto lugar na terceira especial e, na última sexta-feira, finalizou a etapa 6, na chegada a Riad, na sexta colocação. Ao todo, foram três top-10 na prova, com um ritmo bastante consistente como um todo. Alonso só não está em posição melhor na classificação geral muito pelo revés sofrido na segunda especial.

Fernando Alonso está feliz da vida com sua participação no Dakar (Foto: ASO / DPP)

Alonso e Coma perderam quase 2h40min por conta de um impacto do Toyota Hilux em uma pedra escondida em meio às dunas. A batida danificou a suspensão dianteira esquerda e, pelo fato de estarem numa etapa Super Maratona, os dois tiveram de trocar ‘no braço’ as peças para darem sequência à prova.

 

O piloto se mostrou ainda incrédulo com a boa performance global nesta semana de estreia no maior rali do mundo. “Com o passar das etapas, me vi em quinto ou sexto e quase precisei me beliscar. Tenho consciência de que falta uma segunda semana muito dura, com muitas dunas e muita areia, mas estamos prontos para o desafio”.

 

Fernando também explicou que, pelo fato de estar envolvido em uma competição, não há tempo para curtir as paisagens bem distintas do deserto da Arábia Saudita.

 

“É uma sensação estranha. Não diria que é boa porque você vai com tanta velocidade e com tantos saltos que gostaria de reduzir o ritmo para curtir e ‘surfar’ as dunas. Mas é preciso aproveitar cada muito para acelerar e buscar segundos. Mas o que você precisa fazer é apertar os cintos e se preparar para pular porque aqui ninguém amacia”, frisou.

 

A expectativa de Alonso, nesta reta final do Dakar, é de dificuldades ainda maiores. “Acho que a segunda semana vai ser mais difícil do que parece. Faltam 2.700 km em deserto aberto e vamos encontrar dificuldades. O cansaço vai se acumulando entre os pilotos, mecânicos e também no carro. Temos de estar muito atentos para tudo”, concluiu.

 

O Dakar volta a acelerar domingo entre Riad e Wadi Al Dawasir, com trecho cronometrado de 546 km.

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Fonte Oficial: Grande Prêmio

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